Grandes momentos que se resumem em poucos instantes. Poucos e suficientes, para encher-me de alegria, de ternura. Alguns deles, me dão um vislumbre da tal procurada e ansiada felicidade. Somos nós quem fazemos a felicidade, nós traçamos nossos caminhos, são nossas as escolhas, também nossas as consequências. E o que aprendemos nessa jornada tão curta, tão bela e tão boa, chamada vida, nos ajudam a entender quem somos. Mas tudo se resume aos vislumbres de felicidade. Sorrisos, abraços, palavras, ações, demostrações, amor. Creio que o amor é o grande pivô de tudo o que é bom nesta nossa remota vida. Vou além, e digo que a felicidade está num vislumbre chamado amor. Vislumbre esse que pode durar uma eternidade. Afinal já te contaram o segredo da duração de vislumbre, desses de felicidade ? Pois é, à mim também não. E afinal, tolos são os que não acreditam no amor eterno. Porque, o que seria mais a vida, se não uma eternidade? És capaz de contá-la ? Por certo a eternidade divina é bem maior que a nossa. Mas estamos falando da nossa. E como pobres mortais, pouca coisa sabemos. Deixemos estar esse estado de pensar saber tudo- não sabendo nada. O amor eterno é aquele que dura a vida, e acompanha-o à morte. Porque eternos, no nosso modo de ser, somos nós. Eterno é todo amor que perdura até a morte de quem ama. Eterno é o vislumbre chamado amor.
Decifrem-no como quiser. Foi escrito por alguém que não está apaixonada, por isso faltou o amor á loucura da não compreensão, e por isso usei de tanta explicação. Porque afinal, ainda tenho a sanidade de alguém que não está amando.

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