Escrevo por não ter nada a fazer no mundo: Sobrei e não há lugar para mim na terra dos homens. Escrevo porque sou um desesperado e cansado, não suporto mais a rotina de me ser e se não fosse a sempre novidade que é escrever, eu me morreria simbolicamente todos os dias. [...] E agora só quereria ter o que eu tivesse sido e não fui.
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